A história de amor entre Pedro e Inês de Castro


Foto: Antonio Sessa

Esse texto é especialmente dedicado aqueles que leram a minha coluna aqui na Vision e ficaram interessados em conhecer mais. A extraordinária história de amor entre Pedro e Inês de Castro teve a belíssima cidade de Coimbra como palco principal. Embora os seus restos mortais repousem no majestoso Mosteiro da cidade de Alcobaça, foi em Coimbra que esses dois amantes viveram a maior parte de sua história.


O herdeiro do trono português e sua eleita Inês passaram a viver juntos no local hoje chamado de “Quinta das Lágrimas”. E foi lá, que Inês foi executada a mando do rei Afonso IV, enquanto Pedro participava de uma caça. Diz-se que as lágrimas vertidas por Dona Inês de Castro deram origem à “Fonte dos Amores”, e, um detalhe especialmente mágico nessa lenda, é que junto à água da fonte, nasce sempre um musgo de coloração vermelha, atribuído ao sangue derramado de Inês.


Acho que não preciso mais dizer o quanto sou apaixonada pela história de Pedro e Inês, e o quanto sou fã das terras lusitanas. Mas deixo aqui a minha forte recomendação de que, visitando Portugal, não deixem de conhecer Coimbra, essa cidade cortada pelo caudaloso rio Mondego e berço de tantos artistas e intelectuais. A Universidade de Coimbra é uma das mais antigas e prestigiosas da Europa e o seu conjunto de edifícios é mesmo algo de fazer sonhar a qualquer acadêmico - e também aos não acadêmicos.


Sobre dicas de hospedagem e alimentação, não poderia deixar de dizer que a “Quinta das Lágrimas” mencionada neste texto, é também um hotel fabuloso e ultra especial. O café́ da manhã no jardim da quinta, é algo para nunca mais se esquecer! Para quem quer comer bem, posso dizer que Coimbra é o lugar certo. Os deliciosos restaurantes não cabem nos dedos das mãos. Vou apenas dar a dica de um: Zé Manel dos Ossos. Mas já aviso: quem queira se inebriar e refestelar com o cheiro e os sabores deste pequeno e econômico restaurante, terá de ter muita sorte. O Zé Manel não faz reservas e a concorrência é imensa.




Ahhhh, Coimbra! Saudade imensa! Nos vemos qualquer hora dessas!

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