Evolução da participação da mulher no voluntariado e no empreendedorismo

Por Luciano Menezes

Foot: Arquivo Pessoal Luciano Menezes

Quem nunca ouviu falar que ‘Lugar de mulher é onde ela quiser?’. É isso mesmo! Levando essa afirmação, a mulher conseguiu, atualmente, conquistar um lugar de destaque no empreendedorismo e, também, no voluntariado. Para mim, as duas palavras andam juntas, pois quem empreende se voluntaria. Afinal, empreender é ajudar no crescimento econômico e social da comunidade, cidade, país...


Foto: Brasil.estadao.com.br

Muitos concordam que o papel da mulher no empreendedorismo é recente. Mas ela, desde sempre, foi uma voluntária, tanto nas causas sociais quanto em casa, na sua comunidade etc., como é o exemplo da dra. Zilda Arns, que, mesmo se dedicando a ajudar milhares de crianças, empreendeu, de certa forma, ao criar a Pastoral da Criança, que beneficia pessoas em situação de pobreza.


Mas, voltando à história, com a Revolução Industrial a presença feminina ficou mais presente no mercado de trabalho e, assim, ela foi se destacando até hoje. Outras grandes mulheres, como Luiza Trajano, Sônia Hess e Chieko Aoki, são exemplos de empreendedoras que ganharam o cenário nacional e internacional. Na região Sul de Santa Catarina, Estado onde moro, temos como destaque grandes nomes também.


Fotos: Arquivo Pessoal

Um grande exemplo para mim, é claro, é a minha avó, Dona Diva, que completou seus 101 anos. Uma mulher guerreira, batalhadora, sempre dedicada a ajudar a todos e que sempre nos incentivou a seguir nossos objetivos e sonhos.


Assim como Dona Diva, a empresária Eliane Fernandes, a psicóloga Leila Saleh Goulart, a advogada Maria Nilta Ricken Tenfen, a gestora financeira Rute Michels Meneghel e a delegada de polícia Vivian Garcia Selig são exemplos de fortaleza e coragem, que fazem história servindo e inspirando tantas outras mulheres.


Em minha estreia, não poderia deixar de homenageá-las, bem como a todas as mulheres mundo afora. Que elas saibam quão essenciais são em nossa sociedade e que nunca deixem de correr atrás dos seus objetivos de vida, levando consigo seus valores.


“Se não sinto amor pelos outros nem desejo de ajudar as pessoas e me preocupo somente com as minhas necessidades, devo questionar se Cristo está realmente em minha Vida”.

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